Se tem coisa que me enoja é demagogia.
Se tem coisa que eu preciso é indentificação.
Se tem coisa que me intriga é ela.
Se tem coisa que eu amo é Ele.
Se tem coisa que eu dispenso... Ah, se tem, tem aos montes!
Se tem coisa que eu respeito é evolução.
Se tem coisa que eu não absorvo é a dificuldade das pessoas, ora, se pra mim é tão simples.
Se tem coisa que eu não entendo, é porque eu não faço questão de entender.
Se tem coisa que me apaixona é o processo de dominar as coisas (e as pessoas).
Se tem coisa mais gostosa que a ganância, é a luxúria.
Se tem coisa mais intrínseca, é a preguiça.
Se tem coisa mais sem graça, é a vingança.
Se tem coisa mais chata, é a falta de humor negro nas pessoas.
Já disse que se tem coisa que me enoja é a demagogia?
Se tem coisa mais artificial, é a perfeição de caráter.
Se tem coisa mais verdadeira, são os pecados, os instintos, as vontades, a santíssima trindade.
Se tem coisa mais certa, é o ato falho.
Se tem coisa mais boba, sou eu, mas eu sei, e dou risada.
Se tem coisa que se fala, é falada, é que aqui ninguém dorme nessa casa sem atentar contra os bons costumes e a boa moral.
Se tem coisa que eu sou, é ser ruim, sou tão ruim, tão ruim, tão ruim que sou extremamente boa nisso e até reconhecem meu esforço e meu mérito.
Se tem coisa que me diverte, é a ironia.
Se tem vício que eu não largo, é a crueldade sadia.
Se tem coisa que eu gosto, é quando não acreditam no que eu falo, quando desconfiam e suspeitam de mim, até mesmo quando eu falo a maior das verdades.
Se tem coisa mais engraçada, sou eu falando a verdade.
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