Fonte: BBC Brasil.com
Um tribunal do Irã ordenou um homem a dar à sua esposa as 124 mil rosas que prometera como dote de casamento, depois que a mulher moveu uma ação judicial para receber as flores, de acordo com o jornal E'temad.
A mulher, identificada como Hengameh, disse que resolveu exigir o dote na Justiça porque seu "marido é muito avarento" e não paga sequer por um café, disse a reportagem.
O tribunal confiscou o apartamento do marido até que ele entregue as rosas à esposa, com quem é casado há dez anos.
Pelas leis iranianas, uma mulher pode reclamar o seu dote - ou mahr - a qualquer momento durante o casamento ou o processo de divórcio.
O dote se torna propriedade da esposa, que pode fazer com ele o que desejar.
A prática de dote é indispensável para validar o contrato de casamento.
'Amigas bilionárias'
De acordo com o E'temad, a mulher decidiu reclamar o dote inteiro para punir o marido.
"Pouco depois do casamento, eu percebi que Shahin era muito avarento", disse Hengameh ao jornal. "Ele até se recusava a pagar o meu café quando íamos a uma lanchonete ou restaurante."
Shahin disse no tribunal que só tinha poder aquisitivo para dar à esposa cinco rosas por dia e queixou-se que "amigas bilionárias da mulher puseram tais idéias na cabeça dela".
Mas o juiz rejeitou as alegações de Shahin e ordenou que o apartamento dele, no valor de US$ 64 mil, fosse confiscado até que ele trouxesse à esposa todas as flores.
Uma rosa de cabo longo custa cerca de US$ 2 na capital do Irã, Teerã.
É comum no Irã que sejam oferecidas moedas de ouro ou propriedades como dote. Um homem iraniano pode acabar na prisão por dever o dote.
http://www.jurid.com.br/new/jengine.exe/cpag?p=jornaldetalhejornal&ID=45338
31.3.08
27.3.08
Pensamentos sobre a derrota
E ainda nos escritos quase autobiográficos eu me pergunto o motivo do termo "auto-ajuda" adquirir uma conotação tão pejorativa. Por quê o senso comum simplesmente o taxa de coisa ruim, de má qualidade e sem uma base racional sólida? Melhor dizendo, sem me explicar o porquê.
Permita-me divagar um pouco sobre a derrota. De um jeito simples, a derrota é não alcançar o seu objetivo ou ter a sua expectatica e esforços frustrados. Para quê ela serve? Pode-se dizer que para nos ajudar a identificar nossos erros, falhas, deficiências, para apontar a nossa falta de preparo e até mesmo uma incapacidade para lidar com o resultado da nossa vontade inicial.
Contudo, o ponto decisivo se encontra na forma como lidamos com a derrota, uma vez que é o que determinará nossas ações posteriores, transformando-nos em potenciais vitoriosos ou não. Se a derrota que enfrentamos é tomada como definitiva e imutável, automaticamente nos reconhecemos incompetentes e não merecedores do resultado outrora esperado. Perdemos a chance de reparar nossos erros e crescer a partir deles. Por outro lado, quando consideramos que uma derrota se nos apresenta em caráter temporário, temos a oportunidade de assimilar melhor aquilo em que não acertamos e buscar soluções ou condutas mais favoráveis a nossos objetivos em tentativas posteriores.
Não raras vezes, antes de uma nova tentativa, precisamos esperar um certo tempo até prosseguir com nosso intento. É o tempo quem nos traz a serenidade necessária para lidar com o novo contexto, meios e variáveis.
Um vencedor precisa de autoconfiança e autocontrole para agir certo na hora mais apropriada; precisa de experiência, conhecimento e maturidade o bastante para entender que quando o seu objetivo (já delimitado) ainda não foi atingido, isso pode ser uma derrota definitiva ou temporária e essa classificação depende exclusivamente dele.
Pessoalmente falando, prefiro tratar minhas derrotas como se elas só acontecessem temporariamente, porque isso me encoraja a continuar lutando pelas coisas que quero. De todas as vezes que me lembro de ter pensado que determinada derrota foi permanente, tive a impressão de que a minha história voltou algumas casas no jogo da vida. Me senti incapaz de descobrir meus erros para ter a chance de aprender com eles. No lugar de uma evolução, joguei fora as lições e a bagagem para continuar. Me distanciei ainda mais da linha de chegada.
Permita-me divagar um pouco sobre a derrota. De um jeito simples, a derrota é não alcançar o seu objetivo ou ter a sua expectatica e esforços frustrados. Para quê ela serve? Pode-se dizer que para nos ajudar a identificar nossos erros, falhas, deficiências, para apontar a nossa falta de preparo e até mesmo uma incapacidade para lidar com o resultado da nossa vontade inicial.
Contudo, o ponto decisivo se encontra na forma como lidamos com a derrota, uma vez que é o que determinará nossas ações posteriores, transformando-nos em potenciais vitoriosos ou não. Se a derrota que enfrentamos é tomada como definitiva e imutável, automaticamente nos reconhecemos incompetentes e não merecedores do resultado outrora esperado. Perdemos a chance de reparar nossos erros e crescer a partir deles. Por outro lado, quando consideramos que uma derrota se nos apresenta em caráter temporário, temos a oportunidade de assimilar melhor aquilo em que não acertamos e buscar soluções ou condutas mais favoráveis a nossos objetivos em tentativas posteriores.
Não raras vezes, antes de uma nova tentativa, precisamos esperar um certo tempo até prosseguir com nosso intento. É o tempo quem nos traz a serenidade necessária para lidar com o novo contexto, meios e variáveis.
Um vencedor precisa de autoconfiança e autocontrole para agir certo na hora mais apropriada; precisa de experiência, conhecimento e maturidade o bastante para entender que quando o seu objetivo (já delimitado) ainda não foi atingido, isso pode ser uma derrota definitiva ou temporária e essa classificação depende exclusivamente dele.
Pessoalmente falando, prefiro tratar minhas derrotas como se elas só acontecessem temporariamente, porque isso me encoraja a continuar lutando pelas coisas que quero. De todas as vezes que me lembro de ter pensado que determinada derrota foi permanente, tive a impressão de que a minha história voltou algumas casas no jogo da vida. Me senti incapaz de descobrir meus erros para ter a chance de aprender com eles. No lugar de uma evolução, joguei fora as lições e a bagagem para continuar. Me distanciei ainda mais da linha de chegada.
Memórias
Eu já nem lembrava mais da minha senha no Blogger...
Mas a vontade de escrever coisas e ser lida é maior,
por isso, precisei fechar o meu endereço oficial
temporariamente enquanto pessoas que não quero
o bisbilhotam sem as mínimas condições de entendêlo
e ainda por cima fazem julgamentos sem conhecimento
de causa.
Eu também não lembrava mais desse endereço aqui.
Ainda bem que esse sistema de recuperação de dados
foi muito bem pensado, sem aquelas perguntas absurdas
e lembretes de senha que mais nos confundem que ajudam.
E lá vou eu outra vez...
Mas a vontade de escrever coisas e ser lida é maior,
por isso, precisei fechar o meu endereço oficial
temporariamente enquanto pessoas que não quero
o bisbilhotam sem as mínimas condições de entendêlo
e ainda por cima fazem julgamentos sem conhecimento
de causa.
Eu também não lembrava mais desse endereço aqui.
Ainda bem que esse sistema de recuperação de dados
foi muito bem pensado, sem aquelas perguntas absurdas
e lembretes de senha que mais nos confundem que ajudam.
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